Entenda como eram realizados os sepultamentos antes dos cemitérios

Saiba tudo sobre a origem dos cemitérios, curiosidades e características dos sepultamentos e cerimônias nas épocas passadas. Hoje em dia, por todo o mundo possuímos milhares de necrópoles para a realização de velórios, sepultamentos, cremação e demais serviços funerários, algumas delas contando até com construções monumentais como mausoléus familiares. Porém, nem sempre foi assim, durante muitos anos a forma em que eram realizados os velórios e sepultamentos variava de acordo com características dos povos, religiões e costumes de cada família. Desde o começo das civilizações já existiam alguns locais próprios para sepultamentos, como há registros que mostram o primeiro “cemitério” em 60.000 A.C. Velório Mas as formas de velório e sepultamento que conhecemos atualmente só começaram a se desenvolver na Idade Média, devido aos objetos que os povos usavam para tomarem bebidas serem feitos com materiais como o estanho, que causava efeitos colaterais. Portanto, ao ingerirem bebidas alcoólicas nesses copos, ao entrarem em contato com o estanho, por vezes ocorria a narcolepsia, que é um distúrbio crônico do sono que causa sonolência diurna em excesso, devido aos efeitos dessa mistura. Com isso, aos que sofriam desse efeito colateral, para ter certeza se estava vivo ou havia falecido, os familiares e amigos o deixavam sobre uma mesa ou cama, aguardando durante alguns dias a certeza do que havia ocorrido. Como ainda não existia energia elétrica, para iluminar o ambiente onde estava o suposto falecido, seguravam velas por todo o local para que ficasse iluminado. Acredita-se que devido a esse fato tenha surgido o termo “velar o corpo”, expressão usada nas cerimônias de velório que conhecemos atualmente, realizada diariamente em diversos...

Testamento, qual sua importância e como fazer?

Entenda quais são os tipos de testamento, como definir o destino de seus bens e a importância dessa decisão. Sabemos que falar sobre a morte segue sendo um assunto pouco discutido em meio a tantas famílias. Mas, o diálogo sobre esse momento se torna essencial não somente pelas decisões como conscientizar os familiares sobre a escolha entre cremação ou sepultamento, mas por conta também de suas questões burocráticas, sendo umas delas o testamento. Por muita vezes, originando diversas discussões familiares devido aos bens do falecido não terem sido destinados em vida, o processo que envolve a divisão dos bens pode chegar até mesmo a justiça. É importante destacar a importância da divisão por meio do testamento, já que essa deve ser decidida ainda em vida pelo testador e com isso ao falecer, toda a separação dos seus bens sejam eles para familiares ou terceiros já estará concretizada. Evitando assim disputas judiciais, que podem durar anos no poder judiciário em ações referentes ao inventário e bens do falecido. Atualmente existem duas formas de definir a forma e para quem será destinado os bens após o falecimento, sendo elas a sucessão legítima e a decisão por testamento. Sucessão Legítima Após o falecimento do proprietário dos bens em questão e caso não tenha sido escrito em vida o testamento, por meio do artigo 1829 do Código Civil é determinado que os bens sejam destinados aos herdeiros legítimos (pais, filhos e cônjuge). Testamento Como forma de facilitar o processo e evitar questões judiciais entre os familiares, o interessado em decidir como será destinado seus bens pode ordenar por meio de documento formal de...